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Para que um governo municipal, como o de Santos, funcione bem é preciso ter certa sintonia, especialmente com os mandatários federais. Eu, professor Chiarella, e o vereador Banha tivemos uma audiência com o ministro da Educação, Milton Ribeiro, que mora e vive aqui na Baixada Santista, e confirmamos que o pensamento dele bate com o meu a respeito da política educacional. No dia de sua posse no MEC (Ministério da Educação) Ribeiro enfatizou preocupação com a base do ensino no Brasil. Em resumo, ele citou o Fundamental I e Fundamental II, as maiores responsabilidades diretas da Prefeitura santista, como essenciais para a formação das crianças e dos jovens. Ele falou da base educacional. Eu também tenho essa visão plena do futuro da Educação e desde o ano passado uso este meu espaço, o Blog do Chiarella, para enfatizar que esse é o caminho correto para a nossa nação.

Afinal, quando se vai construir uma casa, um prédio, enfim, qualquer edificação, é necessário se começar pelo alicerce. Assim também é na Educação, onde a base está no Fundamental I e no Fundamental II. Caso não se tenha um fundamento firme e seguro, dificilmente se poderá construir algo durável em cima. Passamos por alguns anos em que nada disso foi considerado e agora colhemos os sofríveis resultados dessa falta de cuidado com esse bem valiosíssimo que são nossas crianças e nossos jovens. O que temos é uma herança educacional muito ruim e não se pode responsabilizar os professores e sim os gestores, sejam eles municipais, estaduais e federais.

Como minha ideia é uma visão do futuro, agora é a hora de mudarmos as coisas exatamente como o ministro da Educação sinalizou e confirmou na conversa que tivemos com ele em Brasília, onde nos recebeu em audiência formal. Ele disse que o MEC vai tratar a escola com todo o cuidado, sem, no entanto, deixar de lado a preparação, a adequação e o respeito pelo trabalho e pela dignidade dos professores, diretores, coordenadores, merendeiras, enfim, de todos ligados a esse segmento que prepara a geração atual para conduzir a cidade, o Estado e o País para o futuro. E quando cito a palavra dignidade, aí está implícita capacitação para esses novos tempos, melhores condições de trabalho nas escolas e uma remuneração justa, algo que a categoria reivindica, de forma mais do que merecida, há muito tempo.

A visão do Governo Federal, através do ministro Milton Ribeiro, é estabelecer um gradativo processo de crescimento, algo trabalhoso e profundo e que requer paciência, muita dedicação e eficácia, tudo ligado à certeza de estar construindo o dia a dia sobre um alicerce firme, forte e consistente. Numa linguagem figurada seria como se recebêssemos um tijolo por dia e os fôssemos organizando e construindo uma parede. Diferentemente, se pegarmos os tijolos e os jogarmos num canto, sem qualquer ordenamento. Aí teremos um inútil monte de entulho. O enfoque do ministro para a Educação enche meu coração de alegria e de esperança, pois dá a garantia de pensar da maneira correta e nos remete à certeza da responsabilidade na aplicação correta dos recursos, algo incluído na Constituição Federal através da lei que foi reescrita e aprovada há alguns dias. Agora, o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) passou a valorizar ainda mais a Educação e nesta visão do futuro está inserido o fundamental tripé formado pela escola, pelo aluno e pela família.

José Roberto Chiarella, o professor Chiarella, é educador. Professor de Educação Física formado em 1986 e coordenador do Colégio Objetivo na Baixada Santista na cadeira de Direito e Cidadania e Formação para a Vida. Advogado com especialização em Direito Digital pelo Mackenzie e mestrado em Relações Internacionais Laborais pela Untref, na Argentina.

Professor Chiarella é candidato a vice-prefeito de Santos pelo MDB na chapa do candidato a prefeito Banha.